sexta-feira, 17 de junho de 2011

Fazer coisas que não devemos, ou evitá-las... eis a questão!

Muitas vezes temos dúvidas sobre o que devemos fazer, ficamos em situações nas quais nos sentimos em um 'mato sem cachorro', e acabamos fazendo escolhas que podemos futuramente nos arrepender.
mas se não tentarmos, como vamos saber?
E pq será que tudo o que é errado nos atrai mais do que o que é certo?
Bem, muitas pessoas dizem que tudo o que é perigoso se torna mais gostoso, o que não é mentira... Mas toda vez que fazemos uma escolha, temos que pensar muito bem nas consequências, pois se arrepender, não muda nada. Eu geralmente, quando tenho que tomar uma decisão, me pergunto:'Eu quero fazer isso?' e depois 'Eu posso fazer isso?', não digo que com isso eu não cometo erros, pois sou humana, e erro como todas as outras pessoas, mas assim dá uma amenizada ;D oskdaoskd
Creio que pensando bem, entendemos que o fato de uma coisa ser proibida não é sinal de que devemos fazer, pois no fim das contas, acabamos nos dando mal, e querendo voltar atrás nas nossas decisões.
Então, pense muito bem antes de agir ;D

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Quando Era Jovem...

Um casal de velhinhos está deitado na cama. A esposa não está satisfeita com a distância que há entre eles. Ela lembra:
- Quando éramos jovens, você costumava segurar a minha mão na cama.
Ele hesita e, depois de um breve momento, estica o braço e segura a mão dela.
Ela não se dá por satisfeita:
- Quando éramos jovens, você costumava ficar bem pertinho de mim.
Uma hesitação mais prolongada agora, e finalmente, resmungando um pouco, ele vira o corpo com dificuldade e se aconchega perto dela da melhor maneira possível.
Ela ainda insatisfeita:
- Quando éramos jovens, você costumava mordiscar a minha orelha.
Ele dá um longo suspiro, joga a coberta de lado e sai da cama. Ela se sente ofendida.
- Aonde você vai?
- Buscar a minha dentadura, p****!

Sintomas Da Pobreza

1 - Tomar Martíni em copo de plástico (essa é clássica! osadao);

2 - Passar pomada Minâncora nas espinhas e sair com a cara toda branca (tenso!);

3 - Tirar o cadarço do sapato do pai, cortar ao meio e fazer dois para o tênis do filho (pensa na necessidade);

4 - Invadir roda de amigos para contar a piada do 'não, nem eu' (dá vontade de tirar de lá a chute!);

5 - Ir ao banheiro e fazer bola de papel molhada pra jogar no teto (põe educação em uma pessoa assim);

6 - Usar resto de sabão em pedra para tapar vazamento no bujão de gás (não creio que funcione);

7 - Tirar cera do ouvido com chave ou tampa de caneta (éca! e com o dedo também conta!);

8 - Guardar vinho velho pra fazer vinagre (pensa no tempo que o vivente vai esperar);

9 - Passar óleo queimado no cachorro para acabar com a sarna. (pobre bicho! sokda);

10 - Fazer bainha de calça com fita crepe. (nunca vi isso! okasdaso).

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Depois de algum tempo...

Depois de algum tempo, vivendo e cometendo erros, passando por momentos felizes e sofrendo, você aprende que precisava passar por casa situação que viveu, pra conseguir seguir em frente, cada dia mais forte, e confiante.
Isso acontece, porque Deus tem um plano para você, um plano maior que tudo isso, mas para poder executar esse plano, você precisa estar forte o bastante para suportar cada decepção, e saber pegar na mão dele, para poder levantar a cada tombo.
Quando você se decepcionar com alguma coisa, ou com alguém, seja pelo fim de um relacionamento, ou atitudes na qual não concorda, em vez de julgar a pessoa, pare e se pergunte:Por que isso está acontecendo dessa maneira?
Se você souber como responder essa pergunta, e com a resposta tiver certeza que o errado é o outro, vá, e coloque sua opinião suavemente, e sem querer passar superioridade, talvez assim, consiga resolver as coisas pacificamente, e essa é uma forma mais saudável de viver.
Depois de algum tempo, você aprende que na vida, aprendemos mais com os erros, do que com qualquer coisa. E aprende também, que todos que passam por nossas vidas são professores, e que devemos aprender a lição que cada um tem a nos ensinar.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pense Nisso...

Gente, eu estava lendo “O Vendedor de Sonhos” e encotrei uma pequena parábola que achei muito útil, aí resolvi publicar.
            O livro é muito bom, eu super indico pra vocês. ;D


[...] “Certa vez houve uma inundação numa imensa floresta.
O choro das nuvens que deveriam promover a vida dessa vez anunciou a morte. Os grandes animais bateram em retirada fugindo do afogamento, deixando até os filhos para trás. Devastavam tudo que tudo estava à frente. Os animais menores seguiam seus rastros. De repente uma pequena andorinha, toda ensopada, apareceu na contramão procurando a quem salvar.
            As hienas viram a atitude da andorinha e ficaram admiradíssimas. Disseram: ‘Você é louca! O que poderá fazer com esse corpo tão frágil?’. Os abutres bradaram: ‘Utópica! Veja se enxerga a sua pequenez!’. Pro onde a frágil andorinha passava, era ridicularizada. Mas, atenta, procurava alguém que pudesse resgatar. Suas asas batiam fatigadas, quando viu um filhote de beija-flor debatendo-se na água, quase se entregando. Apesar de nunca ter aprendido a mergulhar, ela se atirou na água e com muito esforço pegou o diminuto pássaro pela asa esquerda. E bateu em retirada, carregando o filhote no bico.
            Ao retornar, encontrou umas hienas, que não tardaram a declarar: ‘Maluca! Está querendo ser heroína!’. Mas não parou; muito fatigada, só descansou após deixar o pequeno beija-flor em local seguro. Horas depois, encontrou as hienas embaixo de uma sombra. Fitando-as nos olhos, deu a sua resposta: ‘Só me sinto digna das minhas asas se eu utilizar para fazer os outros voarem’.”
           
            Há muitas hienas e abutres na sociedade. Não esperem muito dos grandes animais. Esperem deles, sim, incompreensões, rejeições, calúnias e necessidade doentia de poder. Não os chamo para serem grandes heróis, para terem seus feitos descritos nos anais da história, mas para serem pequenas andorinhas que sobrevoam anonimamente a sociedade amando desconhecidos e fazendo por eles o que está ao seu alcance. Sejam dignos das suas asas. É na insignificância que se conquistam os grandes significados, é na pequenez que se realizam os grandes atos. [...]
Augusto Cury.